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Botafogo: Avaliação dos Reforços no Primeiro Semestre de 2026

O Glorioso trouxe 12 novos nomes para o elenco ao longo da primeira metade de 2026, enfrentando desafios financeiros e transfer bans. Veja o desempenho individual.

Notícias Publicado 18 junho 2026 4 min de leitura Rafael Costa
Jogadores do Botafogo comemorando um gol em partida de futebol.
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O Botafogo encerrou o primeiro semestre de 2026 com um elenco significativamente reformulado, apesar das adversidades financeiras e dos transfer bans impostos pela FIFA. Ao todo, 12 novos atletas foram incorporados, a maioria sem custos de transferência, visando fortalecer praticamente todos os setores da equipe.

A lista de reforços inclui Riquelme, Ythallo, Lucas Villalba, Wallace Davi, Jhoan Hernández, Edenilson, Medina, Huguinho, Júnior Santos, Ferraresi, Caio Roque e Anthony. A estratégia principal foi buscar oportunidades de mercado, empréstimos e apostas para o futuro, com a aquisição de Lucas Villalba, por 3 milhões de dólares, sendo a principal exceção e a causa do sexto transfer ban do clube.

Medina, Edenilson e Ferraresi puxam a fila

Medina foi um dos nomes de maior destaque na janela de transferências. Sua adaptação foi um pouco mais lenta devido aos entraves burocráticos do clube, mas aos poucos conquistou seu espaço no meio-campo. Com boa saída de bola, mobilidade e capacidade de acelerar o jogo, ele trouxe a dinâmica que faltava ao setor, ligando defesa e ataque. Em 18 jogos, marcou dois gols.

Edenilson também apresentou um bom rendimento. Contratado como uma oportunidade de mercado, o volante agregou experiência, presença ofensiva e gols importantes. Tornou-se uma peça confiável no elenco, ganhando espaço com diferentes comissões técnicas. Acumula 21 jogos, quatro gols e três assistências.

Ferraresi, vindo por empréstimo do São Paulo, rapidamente se estabeleceu na zaga, formando dupla com Barboza. Com a saída deste para o Palmeiras, Ferraresi assumiu a titularidade absoluta na posição antes da parada para a Copa do Mundo. Em 16 partidas, marcou um gol.

Júnior Santos e Huguinho agregam valor

O retorno de Júnior Santos trouxe peso emocional e esportivo. Embora não seja considerado um protagonista, sua utilidade para o elenco é inegável, especialmente pela capacidade de dar profundidade ao time. Antes de sofrer uma lesão, disputou 14 jogos e marcou dois gols.

Huguinho chegou ao clube após solicitação de retorno do RWDM Brussels, da Bélgica. Inicialmente integrado ao sub-20, ele ganhou destaque após o afastamento de Danilo, tornando-se uma peça importante no meio-campo, atuando frequentemente ao lado de Medina. Em quatro jogos, marcou um gol.

Villalba ainda busca se firmar

Lucas Villalba representou o maior investimento da janela, chegando com a expectativa de oferecer velocidade e profundidade pelos lados do campo. Contudo, seu impacto não tem sido proporcional ao valor investido. Apesar de ter tido minutos e aparições em alguns jogos, ainda não conseguiu se firmar. São 19 jogos e um gol marcado.

Apostas para o futuro

Caio Roque chegou como alternativa na lateral esquerda, mas teve poucas oportunidades, principalmente com a titularidade de Alex Telles. Quando acionado, cumpriu sua função, mas ainda não se consolidou como uma ameaça real à posição. Em seis jogos, registrou uma assistência.

Jhoan Hernández vive situação semelhante. O jovem colombiano é visto como uma promessa com potencial físico e técnico, mas teve minutos limitados. Disputou dois jogos pelo Carioca, um pelo Brasileirão e um pela Sul-Americana.

Ythallo chegou como aposta para o futuro e teve poucas chances, mesmo com os problemas defensivos do Botafogo. Em apenas sete jogos, não conseguiu se firmar como uma solução imediata. Wallace Davi, vindo na negociação envolvendo Savarino, foi pouco utilizado e passou boa parte do tempo no sub-20, assim como Riquelme, que permanece nas categorias de base. Anthony também não teve oportunidades no time profissional.

Pontos principais
| Reforço | Jogos | Gols | Assistências | Observações |
|—————|——-|——|————–|—————————————————|
| Medina | 18 | 2 | – | Meia dinâmico, boa saída de bola. |
| Edenilson | 21 | 4 | 3 | Volante experiente, presença ofensiva. |
| Ferraresi | 16 | 1 | – | Zagueiro titular após adaptação. |
| Júnior Santos | 14 | 2 | – | Profundidade e importância tática. |
| Huguinho | 4 | 1 | – | Peça importante no meio-campo. |
| Villalba | 19 | 1 | 2 | Maior investimento, busca por afirmação. |
| Caio Roque | 6 | 0 | 1 | Alternativa na lateral esquerda. |
| Jhoan Hernández | 3 | 0 | – | Poucos minutos, aposta jovem. |
| Ythallo | 7 | 0 | – | Poucas oportunidades na zaga. |

A análise do desempenho desses jogadores é crucial para entender a estratégia do Botafogo em 2026 e as expectativas para o restante da temporada. A capacidade do clube em integrar e desenvolver esses talentos, mesmo em um cenário de dificuldades, definirá parte do sucesso futuro.

Fonte: ge – Globo Esporte – https://ge.globo.com/futebol/times/botafogo/noticia/2026/06/16/aprovados-como-foram-os-reforcos-do-botafogo-no-primeiro-semestre-de-2026.ghtml

Datos clave

Punto Detalle
Fuente ge – Globo Esporte
Fecha 2026-06-16T07:00:30+00:00
Tema Aprovados? Como foram os reforços do Botafogo no primeiro semestre de 2026

Fonte

ge - Globo Esporte Publicação original: 2026-06-16T07:00:30+00:00