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Ancelotti mantém mistério na Seleção: nenhuma escalação repetida em um ano de comando

Carlo Ancelotti completa um ano à frente da Seleção Brasileira sem repetir uma única formação titular. O treinador testou 11 escalações diferentes em 11 jogos, com lesões e testes constantes marcando a preparação para a Copa do Mundo.

Notícias Publicado 7 junho 2026 5 min de leitura Mariana Alves
Carlo Ancelotti, técnico da Seleção Brasileira, em coletiva de imprensa
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A estreia de Carlo Ancelotti no comando da Seleção Brasileira completa um ano nesta sexta-feira, véspera do último teste da equipe antes da Copa do Mundo. Durante este período, o treinador italiano estabeleceu uma marca incomum: não repetiu uma única escalação em 11 partidas disputadas. A tendência é que essa escrita continue no amistoso contra o Egito, que acontecerá neste sábado.

Ao longo de 365 dias, Ancelotti utilizou 11 formações diferentes, demonstrando uma flexibilidade tática notável ou, como o próprio técnico já indicou, uma adaptação forçada a um cenário de constantes desfalques. A preparação para a Copa do Mundo tem sido marcada por lesões de jogadores importantes, o que tem levado a mudanças frequentes no time titular.

Por que importa

O ciclo de Ancelotti até aqui foi significativamente afetado por problemas físicos. No início de seu trabalho, o treinador precisou lidar com a ausência de Gabriel Magalhães. Posteriormente, nomes como Alisson, Rodrygo, Militão, Raphinha e Estêvão, peças cruciais para o time, também enfrentaram problemas de lesão. Jogadores que foram testados ao longo desse período, como Vanderson, Caio Henrique e Alexsandro Ribeiro, também sofreram com lesões, dificultando a consolidação de uma base tática.

Mudanças Jogo a Jogo

A escalação da estreia de Ancelotti, em um empate por 0 a 0 contra o Equador, contou com Alisson; Vanderson, Marquinhos, Alexsandro Ribeiro, Alex Sandro; Casemiro, Bruno Guimarães, Gerson; Raphinha, Vini Jr e Richarlison.

No jogo seguinte, contra o Paraguai, o treinador manteve a solidez defensiva, mas promoveu alterações no ataque. Gerson, Estêvão e Richarlison deram lugar a Martinelli, Raphinha (retornando de suspensão) e Matheus Cunha. Foi a primeira vez que Ancelotti utilizou a formação 4-2-4 com a Seleção.

Durante as Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo, a Seleção enfrentou desafios adicionais. Contra o Chile, Vini Jr esteve ausente por suspensão. Na rodada seguinte, contra a Bolívia, Ancelotti optou por uma equipe reserva, promovendo testes com jogadores que ainda não haviam tido oportunidade, com apenas Alisson e Bruno Guimarães entre os titulares.

A preparação para a Copa do Mundo também incluiu amistosos fora do Brasil. Contra a Coreia do Sul e o Japão, o time não contou com Alisson. Bento foi o titular contra os sul-coreanos, e Hugo Souza atuou contra os japoneses. Nas laterais, Vitinho e Paulo Henrique tiveram oportunidades, com Wesley e Vanderson fora da equipe.

Os amistosos contra Senegal e Tunísia apresentaram um time mais próximo do ideal, mas ainda com a ausência de Alisson. Ancelotti alternou entre Ederson e Bento no gol. Na defesa, Gabriel Magalhães sofreu uma lesão contra Senegal e desfalcou a equipe contra a Tunísia, dando lugar a Wesley, com Militão sendo deslocado para a zaga. Novamente, a repetição da formação foi impossível.

O período mais crítico em termos de lesões ocorreu nos amistosos contra França e Croácia, no início de 2026. Contra a França, uma lista extensa de desfalques incluiu Alisson, Militão, Marquinhos, Magalhães, Alex Sandro, Bruno Guimarães, Rodrygo e Estêvão. Para o jogo contra a Croácia, Raphinha e Wesley também foram cortados por lesão, evidenciando a dificuldade em manter uma escalação base.

No último compromisso antes da viagem para os Estados Unidos, contra o Panamá, Ancelotti não pôde contar com Marquinhos e Gabriel Magalhães, que estavam servindo seus clubes na final da Liga dos Campeões. A expectativa é que novas mudanças ocorram no amistoso contra o Egito, mantendo a característica de instabilidade tática do time sob o comando do italiano.

A constante variação nas escalações, embora possa gerar incertezas, também pode ser vista como uma estratégia para ampliar o leque de opções e testar diferentes formações em cenários variados, preparando a equipe para os desafios imprevisíveis da Copa do Mundo. A questão física dos jogadores e a necessidade de dar ritmo a todos serão fatores determinantes nas escolhas de Ancelotti.

Datos clave
| Aspecto | Detalle |
|———————|———————————————————————-|
| Treinador | Carlo Ancelotti |
| Período analisado | Um ano de comando da Seleção Brasileira |
| Escalações repetidas| Nenhuma em 11 partidas |
| Motivo principal | Lesões e testes de jogadores |

Este desenvolvimento é relevante para os leitores de OnlineSportswear, pois demonstra a estratégia de preparação da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo, focando na flexibilidade tática e na gestão de elenco diante de adversidades como lesões. A análise das diferentes formações utilizadas por Ancelotti oferece insights sobre as possíveis abordagens da equipe no torneio.

Fuente: ge – Globo Esporte (https://ge.globo.com/futebol/copa-do-mundo/noticia/2026/06/05/ancelotti-nunca-repetiu-uma-escalacao-em-um-ano-de-comando-na-selecao-veja-os-times.ghtml)

Datos clave

Punto Detalle
Fuente ge – Globo Esporte
Fecha 2026-06-05T05:00:35+00:00
Tema Ancelotti nunca repetiu uma escalação em um ano de comando na Seleção; veja os times

Fonte

ge - Globo Esporte Publicação original: 2026-06-05T05:00:35+00:00