Colômbia, de técnico brasileiro, é primeira finalista da Copa Sul-Americana feminina de vôlei
A seleção feminina da Colômbia, comandada pelo brasileiro Guilherme Schmitz, venceu o Chile por 3 a 0 na semifinal em Lima e aguarda Brasil ou Argentina na decisão de domingo (26/7).


A Colômbia garantiu vaga na final da Copa Sul-Americana feminina de vôlei ao vencer o Chile por 3 sets a 0 neste sábado (25 de julho), em Lima (Peru). As parciais foram de 25-19, 25-20 e 25-13. O time é comandado pelo técnico brasileiro Guilherme Schmitz, que busca levar o país ao título continental.
A partida decisiva será neste domingo (26/7), às 19h30 (horário local). A Colômbia aguarda o vencedor do confronto entre Brasil e Argentina, que acontece ainda neste sábado. A disputa pelo terceiro lugar está marcada para as 14h30.
Laura Pascua foi a maior pontuadora da semifinal, com 17 acertos, sendo 16 deles no ataque e um aproveitamento de 48%. A ponteira foi seguida pela oposta Ivonee Montaño e pela meio de rede Valerin Carabali, ambas com 12 pontos. Pelo lado chileno, Beatriz Novoa anotou 13 pontos, única jogadora do Chile a atingir os dois dígitos.
Pontos principais
| Confronto | Resultado | Destaque |
|---|---|---|
| Colômbia 3 x 0 Chile | 25-19, 25-20, 25-13 | Laura Pascua (17 pontos, 16 no ataque) |
| Final: Colômbia x (Brasil ou Argentina) | Domingo, 26/7, 19h30 (horário de Lima) | Técnico brasileiro Gui Schmitz no comando da Colômbia |
Cenário do torneio
A Copa Sul-Americana feminina está sendo disputada em Lima, com quatro seleções. O formato é de semifinais e finais diretas. O torneio vale vaga para o Campeonato Mundial de Clubes e também para competições continentais, embora os detalhes exatos dependam do regulamento de cada edição. Para a Colômbia, chegar à final representa um resultado expressivo no cenário regional, impulsionado pelo trabalho de Schmitz, que já comandou a seleção colombiana em outras competições.
O que esperar da final
A Colômbia enfrentará um adversário de peso no domingo. Se for o Brasil, o clássico sul-americano terá o ingrediente extra do técnico brasileiro contra o próprio país. Se for a Argentina, o confronto também será equilibrado, já que as argentinas vêm crescendo no vôlei feminino. O time colombiano mostrou solidez no saque e no bloqueio contra o Chile, e a eficiência de Pascua no ataque deve ser novamente uma arma importante.
Relevância para o leitor brasileiro
A campanha da Colômbia com um técnico brasileiro no comando interessa diretamente ao público de vôlei do Brasil, que acompanha a formação de treinadores nacionais no exterior. Além disso, a possível final entre Brasil e Colômbia neste domingo cria um enredo de rivalidade regional e de preparação para torneios maiores, como o Sul-Americano de seleções e o Pan-Americano. A atuação de jogadoras como Laura Pascua, Ivonee Montaño e Valerin Carabali também serve de referência para clubes e olheiros brasileiros.
Próximos passos e caveats
A definição do adversário da Colômbia sai após a partida entre Brasil e Argentina, ainda neste sábado. Os horários da final e da disputa pelo terceiro lugar são baseados no fuso horário de Lima (UTC-5). O desempenho da Colômbia neste sábado foi dominante, mas o Chile não apresentou sua melhor versão, com muitos erros não forçados. A decisão deve ser mais exigente, especialmente contra o Brasil, que tem maior tradição no vôlei feminino.
Fonte: Web Vôlei – https://webvolei.com.br/colombia-de-gui-schmitz-na-final-da-copa-sul-americana/
Fonte
Web Volei Publicação original: 2026-07-25T20:27:27+00:00
Mariana Alves
Cobre vôlei, tênis, basquete, lutas, ciclo olímpico e esporte feminino.
